OOP EXPERIENCES

20111011

warn|ng

É preciso ter olho aberto com algumas pessoas que andam a contaminar certos blogs com calúnias e demais iveracidades.


touch|ng

Não há nada mais comovente do que arrancar pêlos do nariz com uma pinça. Fico com os olhos lavados em lágrimas.

20111009

fo||ow

A todas as pessoas que me ignoram, por favor seguir o exemplo:


meet|ng po|nt

Antigamente é que era: os gajos bons tinham ponto de encontro às portas do castelo.

Talvez seja seguro avançar com a teoria de que, seguindo a tradição histórica [mas já com sabores modernos], em Lisboa os gajos bons concentram-se às portas dos armazéns do Chiado.


far|nha 33

Não sabia desta farinha há anos e, há cerca de um mês, apeteceu-me comer umas papas de farinha 33; encontrá-la foi impossível, até ir a Cascais e ver a dita à venda na loja de souvenirs da Casa das Histórias.



souven|rs

Entre todas as coisas que me apeteceu comprar como souvenir da exposição de Paula Rego, a única que me cabia no bolso foi um lápis por euro e meio.



Porém, compramos bilhetes que nos habilitam a um concurso em que o primeiro prémio é uma litografia da pintora. Com sorte, ainda nos vem bater à porta e seremos ricos de meter nojo daqui a vinte ou trinta anos.


sunday cu|ture

Às 10:00 estávamos a sair de Lisboa rumo a Cascais, para ir ver a exposição de Paula Rego [O Corpo Tem Mais Cotovelos e Oratório].

Seguimos pela marginal, num dia magnífico com o sol a brilhar e o mar a convidar a banhos.

Depois de "cultivados", a fomeca comandou um breve passeio pela vila em busca de um sítio onde pudessemos aconchegar o estômago antes de regressarmos a casa.

Lovinho ter-se-ia dado por satisfeito com um hamburger. Porém, após negociações com a restante malta, acabou por se contentar com dois pãezinhos com queijo na Pastelaria Bijou de Cascais.






20111006

mirror|ess

O que nos tem servido de espelho a corpo inteiro, cá em casa, é o reflexo feito nas portadas envidraçadas que separam a cozinha da marquise.

O truque é precisar de espelho apenas quando a luz exterior atinge os níveis exactos de brilho para que o reflexo, dentro de casa, seja minimamente forte para se poder distinguir silhuetas.

Nas situações em que o timing da luz exterior não coincide com o timing da necessidade de espelho, resta a esperança de, na rua, encontrarmos estacionadas uma ou duas carrinhas de vidros largos e amplos para podermos, ao passar por elas, abrandar o passo e, como quem não quer a coisa, mirarmos o nosso reflexo para poder proceder então aos ajustes necessários.

Há, também, a possibilidade de podermos ir olhando para as vitrines das lojas onde o efeito de reflexo é, por vezes, bastante satisfatório.


O martírio, porém, já terminou. 
Adquirimos ontem um espelho de corpo inteiro nos nossos amigos d'olhos em bico, por quase catorze euros.

Já está na parede mas, talvez em resultado da sua extraordinária qualidade, ele abaula no meio como se a gravidade tivesse regras diferentes naquele objecto em particular; em vez de o puxar para baixo, puxa-o para a frente.

Embora a nitidez dos nossos reflexos tenha melhorado significativamente, a reprodução da nossa figurinha é quase cómica e faz-nos pensar, por instantes, que estamos numa feira popular, na casa dos espelhos esquizofrénicos.



c|imate changes

Estamos em outubro e a primeira osga deste verão foi vista e fotografada hoje.



rubb|sh

Lovinho chamou-me à janela ontem à noite para lhe fazer companhia a observar a vida lá fora. Assim que miro para o outro lado da rua, dou com os olhos num quadro que alguém deixara junto à sua pilha de lixo.

Imediatamente decidi que aquela peça de rara beleza deveria fazer parte do nosso património de bens de elevado valor artístico.

Vesti-me, desci as escadas até lá baixo, atravessei a rua, peguei no quadro e trouxe-o. A obra em questão faz agora parte da decoração do nosso patamar de entrada para casa.

Já lhe dei um título e não descansarei até descobrir o autor da criação. Há-de vir a valer milhões.

Lady Bitch and a Bird.

| step further

Somos ou não somos um povo pioneiro?

O novo acordo ortográfico, levado mais longe, aonde nunca antes ninguém se tinha aventurado. 


baby p|n

Numa caixinha de relíquias, Lovinho trouxe para casa o alfinete que era usado para prender as suas fraldas.

Eu, de quando era bebé, não tenho nada. Nem uma foto.
É um vazio.



20111005

fash|on even|ng

No saco que pesava toneladas, vieram as seguintes adições ao meu [cada vez menos] modesto guarda-roupa.

As três peças de roupa são oferta de Tia Papixa. O calçado é oferta de Lovinho (havia mais um par de sapatos Clarks, mas que são um número acima do meu tamanho de pé e nem com meias grossas a coisa lá vai; ainda tentarei umas palmilhas a ver se se resulta).

O melhor de tudo é que cada peça e cada par de sapatos custaram a confortável quantia de 5€.

Camisa DDP
Casaco B UK
Sapatos Camper
Impermeável Boozzy

|ovy go home

A quem acendeu as velinhas brancas, o meu sentido obrigado. Lovinho chegou a casa bem, de saúde, porém cansado e a carregar um saco que, pareceu, pesava algumas toneladas.

Chegou à noite quando estava eu ao telefone a ser desencaminhado por Sylvim para sair e irmos tomar um copo. Por muito agradável que tivesse sido, a recepção de Lovinho e o ficarmos por casa num serãozinho maneirinho foram de cariz prioritário.

O falso do Sylvim bazou hoje para Barcelona e só regressa a Lisboa na véspera de voltar a bazar para PDL. A ver se conseguiremos encaixar o café no domingo à tarde.

20111003

traff|c sources

A malta continua a dar-lhe com pesquisas estranhas para vir parar aqui.